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Há 42 anos estreava nos cinemas o primeiro filme da saga Star Wars. Ninguém imaginava que o filme seria um sucesso estrondoso e que conquistaria uma horda de fãs apaixonada e fiel. Com o passar dos anos o número de admiradores cresceu e a saga se expandiu e virou um Universo rico.
E essa expansão chegou até o mundo animal e, graças a biólogos entusiastas de Star Wars, algumas espécies animais foram batizadas em homenagem aos personagens da saga.
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Vamos lá!
É uma espécie de ácaro batizado na Austrália e descrita por Glenn Hunt em 1996. O Darthvaderum greensladeae está incluída no gênero Darthvaderum e na família Pheroliodidae.
O Agathidium vaderi é um gênero de besouros da família Leiodidae.
O gibão do gânglio de Skywalker, o tianxing de Hoolock, é um primata na família do gibão Hylobatidae. O nome tianxing é a transliteração pinyin dos termos chineses 天 (tiān) que significa "céu" e 行 (xing) que significa "movimento".
O besouro foi descoberto em 2014 em Papua Nova Guiné. Mas, por que esse bichinho sem pelos teria o nome inspirado em Chewbacca? Para os cientistas é devido as densas escamas nas patas e na cabeça do espécime.
Yoda purpurata é uma espécie de minhoca ou verme marinho do oceano Atlântico Norte da classe Enteropneusta e a única espécie do gênero Yoda, sendo o único membro hermafrodita conhecido dentro do filo.
Albunione yoda é um isópode marinho da família Bopyridae, que aparece perto de Taiwan. É um ectoparasita que reside nas brânquias de seu hospedeiro, o caranguejo Albunea groeningi. O parasita recebeu o nome do Mestre Jedi Yoda por causa das longas extensões laterais ligeiramente curvadas da cabeça da fêmea que parece com a cabeça de Yoda com suas longas orelhas caídas.
A formiga Tetramorium jedi foi encontrada em 2012 e aparece, principalmente, no nordeste da ilha de Madagascar de Anjanaharibe até Binara.
Trata-se de uma espécie de mariposa bem peluda encontrada no México em 2009.
O primeiro registro com referência à saga Star Wars na taxonomia data de 1983, ano de lançamento de O Retorno de Jedi. Taxonomia é a ciência que lida com a descrição, identificação e classificação dos organismos, individualmente ou em grupo.
Na época, Arnold Menke e David Vincent, dois entomologistas, decidiram nomear três espécies de vespas descobertas com seus personagens favoritos da saga: Chewbacca, Darth Vader e Yoda. Os especialistas queriam adicionar um pouco de humor no ambiente sério da taxonomia.
Trata-se de uma espécie de peixe da família Loricariidae. Encontrada no Brasil, no rio Gurupi no estado do Pará em 1998. Somente em 2015 teve o seu nome revelado e que foi dado em homenagem ao personagem Greedo, o caçador de recompensas morto por Han Solo no bar em Mos Eisley, no primeiro filme da franquia, Uma Nova Esperança.
Em 2012 a aranha foi nomeada Aptostichus sarlacc por causa do Sarlacc, uma criatura encontrada no Grande Poço de Carkoon, em Tatooine, planeta em que nasceu Luke Skywalker e que engolia tudo que caísse em sua boca. Ele era uma espécie de pet de Jabba, The Hutt.
Na verdade, a estratégia da aranha é construir um alçapão e se esconder nele para atacar suas presas de surpresa.
Os trilobites formam um dos primeiros grupos de artrópodes conhecidos e que foram extintos em massa, cerca de 252 milhões de anos atrás. Esse, em particular, foi descoberto na China por Samuel Turvey que declarou que nomeou a espécie de Han solo porque alguns amigos o desafiaram a escolher o nome de um personagem da saga Star Wars. Talvez sua inspiração tenha sido por causa da vez que Han foi “congelado” em carbonita.
Ruminantes paleo-calcários, extintos e que viveram na primeira época da era Cenozóica, eram estranhos mamíferos eurasianos de três chifres e um principal em forma de T, conhecidos através de fósseis da Espanha e da China.
Referente a Rainha Padmé Amidala de Star Wars, devido à semelhança que o apêndice occipital do Xenokeryx possui com um dos penteados exibidos por ela em Ameaça Fantasma.
Na saga Star Wars, os midi-chlorians são seres microscópicos inteligentes que vivem dentro das células e são responsáveis pela geração da Força. No nosso mundo real, a bactéria Midichloria mitochondrii recebeu seu nome em homenagem aos midi-chlorians pois também só sobrevivem dentro das células de outros seres vivos, mais especificamente de carrapatos fêmea.
E aí? Interessante, né? Star Wars inspirando cientistas e biólogos.
May the Fourth Be With You!
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A Sexta-feira Santa ou Sexta-feira da Paixão é uma data festiva religiosa comemorada pelos cristãos e que faz parte das celebrações da Páscoa. A Sexta-feira Santa simboliza o dia da morte de Jesus Cristo e a Páscoa, que ocorre no domingo, remete ao dia da ressurreição de Jesus, o Messias.
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Ela acontece após a Quaresma que começa na Quarta-feira de Cinzas e que é o período de penitência de quarenta dias que antecede a Páscoa, uma das festas mais importantes do Cristianismo. Esses dias são dedicados à reflexão espiritual, quando os cristãos oram e se penitenciam para relembrar os dias que Jesus passou no deserto, além, é claro, de todo o sofrimento pelo qual ele atravessou desde sua prisão até sua morte na cruz.
O Peixe, Símbolo Cristão
Como alguns apóstolos de Cristo eram pescadores e o próprio Jesus era um pescador de homens, os primeiros cristãos reconheceram o peixe como um de seus principais símbolos. Como representação da esperança na fé cristã, o peixe era presenteado entre eles.
O acróstico Ichthys, ΙΧΘΥΣ ou ΙΧΘΥC, ou o símbolo do peixe, era uma referência clara a Jesus Cristo e os primeiros cristãos. As letras do acróstico representavam as iniciais de "Iēsous Christos Theou Yios Sōtēr", (em grego antigo, Ἰησοῦς Χριστός, Θεοῦ ͑Υιός, Σωτήρ) e que quer dizer "Jesus Cristo, Filho de Deus, o Salvador".
Esse “peixe de Jesus” consistia em dois arcos que se cruzavam para formar o perfil de um peixe, utilizado pelos antigos cristãos, caracterizando o Cristianismo.
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O peixe também marcava as catacumbas cristãs na época em que houve a perseguição maciça a eles, justamente por não ser tão óbvio quanto a cruz. Indicava também um local onde moravam cristãos ou onde eles estavam reunidos e, geralmente, era utilizado meio peixe que deveria ser completado com a outra metade. Para bom entendedor, meio peixe bastava.Hahahahahaha!
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O peixe também marcava as catacumbas cristãs na época em que houve a perseguição maciça a eles, justamente por não ser tão óbvio quanto a cruz. Indicava também um local onde moravam cristãos ou onde eles estavam reunidos e, geralmente, era utilizado meio peixe que deveria ser completado com a outra metade. Para bom entendedor, meio peixe bastava.
Jejum E Quaresma
Uns duzentos anos após o nascimento de Jesus, os cristãos preparavam a festa da Páscoa com três dias dedicados à oração, meditação e jejum. Mas, por volta do ano 350, a Igreja achou melhor aumentar esse tempo de preparação para quarenta dias, surgindo assim a Quaresma.
Vale relembrar que durante os quarenta dias anteriores à Semana Santa, todo cristão realizava uma penitência como jejum, abstinência de carne ou de qualquer prazer mundano para não esquecer o sofrimento pelo qual Jesus Cristo passou para salvação da humanidade. Atualmente esse costume foi reduzido à Sexta-feira Santa onde o alimento principal é o peixe.
O Número 40
Na Bíblia o número quarenta é citado inúmeras vezes, marcando acontecimentos importantes. É o tempo considerado necessário para a preparação de uma pessoa antes de cumprir uma tarefa. Por exemplo:
• 40 dias de chuva no dilúvio da Arca de Noé;
• 40 dias de Moisés no Monte Sinai;
• 40 dias de tentação de Jesus no deserto;
• 40 dias de preparação para a Páscoa;
• 40 anos de jornada pelo deserto do povo de Israel.
Tanto o peixe quanto a cruz foram os primeiros símbolos que surgiram entre os cristãos, muito antes do Cristianismo se tornar realidade, e que são usados até hoje pela igreja.
BOA SEMANA SANTA!
BOM FERIADO!
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Criss
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Quem não gosta de beijar bom sujeito não é ou é ruim da cabeça ou doente do pé.
Mas, você já se perguntou de onde veio essa prática ou se somos beijoqueiros de nascença?
A Origem Do Beijo
Estou falando do beijo documentado, pois se algum de nossos ancestrais pré-históricos lascou uma beijoca em alguém não temos como saber. Não há nenhum desenho primitivo em nenhuma caverna já descoberta que tenha alguma pintura dessa prática. Quem sabe ainda não acharam a caverna certa, né?
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E o registro mais antigo de beijos mil vem do Oriente. Sempre por lá que as coisas começam! Os hindus já praticavam o hábito de beijar e está catalogado de forma muito sensual no livro Satapatha Brahmana, texto religioso e sagrado de rituais védicos, em aproximadamente, 1200 a.C.
Outro livro que expõe o beijo é o Mahabharata, um poema épico clássico de uns três mil anos, considerado pelos hindus como uma narrativa histórica real com mais de 200 mil linhas de versos individuais! Acredita-se que nele esteja a primeira descrição do beijo na boca.
É claro que não podemos deixar de fora o famoso Kama Sutra, atribuído ao filósofo indiano Vātsyāyana, que retrata o comportamento sexual humano. O Kama Sutra tem 1250 versos que foram distribuídos em 36 capítulos ao longo de 64 seções, completando 7 livros ao todo. A data em que foi escrito é desconhecida, mas seu compêndio foi coletado em sua forma atual no século 2 d.C. Nele são descritos vários tipos de beijos; onde beijar e como; provocar um ao outro e alguns joguinhos; sinais e dicas para a outra pessoa; limpeza oral; cuidar dos dentes, cabelos, corpo, unhas; coçar, cutucar, morder. Bem completo, não é mesmo?! Esse é o Livro! Hahahahahaha!
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O ato de beijar ainda estava longe de ser universal e muitas vezes era considerado impróprio em muitas sociedades.
O Beijo Conquista A Europa
Alguns antropólogos afirmam que o beijo é uma prática que foi aprendida na Europa e que os primeiros a levar a lição de casa a sério foram os gregos quando Alexandre, o Grande invadiu o subcontinente Indiano, em 326 a.C. Assim quando partiram da Índia, os soldados levaram consigo esse modo beijoqueiro de ser.
Mas lá o beijo era quase protocolar, pois as duas partes se beijavam para selar um acordo ou demonstrar respeito. O beijo tinha uma função meramente burocrática. Não confunda beijo de gregos com beijo grego... Hahahahaha!
Até que essa prática chegou a Roma. Foi no Império Romano que os beijoqueiros de plantão se fartaram. Era beijo para saudar amigos, beijo para cumprimentar a família, beijo na mão do Imperador, beijo intenso, beijo lascivo, bitoca aqui e ali. Foi nessa época que começaram a surgir mais registros do beijo no Ocidente.
Com um temperinho mais salgado e em grande estilo, os romanos transformaram o ato de beijar. O beijo foi dividido em três categorias:
• Osculum – beijo da amizade, no rosto;
• Basium – beijo sensual, na boca;
• Savium – beijo profundo, de língua e libidinoso.
O Beijo E Os Cristãos
No início, os cristãos se cumprimentavam com o beijo sagrado, ou osculum pacis. Segundo consta havia uma transferência de espírito entre as pessoas que se beijavam, o que fortalecia a comunidade cristã que estava começando a crescer.
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Mais tarde, para afastar esse símbolo que remetia ao Império Romano e sentindo-se incomodada por considerar uma prática cheia de sensualidade, a Igreja Católica eliminou o beijo do dia a dia. Só era permitido beijar símbolos religiosos em adoração aos santos e em glorificação a Deus.
Contudo, no século XII, o Papa Inocêncio III, o Papa que organizou sete Cruzadas e é considerado o mais importante da Idade Média, baniu o beijo dos rituais religiosos e da vida cotidiana e mundana por completo.
O beijo tornou-se ilícito e extremamente perigoso por disseminar doenças do corpo e da alma. Sei! Enfim... como tudo que é proibido é mais gostoso, a prática da beijoca só fez crescer o número de adeptos que não se incomodavam em ficar doentes. Hahahahahahaha!
A Glamorização Do Beijo
Foi no século XVII que o beijo voltou com força total. O beijo romano savium, tornou-se popularmente conhecido como beijo francês. Aliás, como é conhecido até os dias de hoje. Escândalo geral no resto do mundo e os franceses ganharam a fama de praticarem atos libidinosos com seus beijos cheios de volúpia. Glamour total! Uau!
Por terras tupiniquins, os índios não tinham o hábito de demonstrar carinho com um beijo e foi só depois, através dos colonizadores europeus, que o beijo foi introduzido em seus costumes. E lá vai o beijo angariando adeptos pelo mundo afora, dos mais diversos gêneros.
Segundo o próprio Charles Darwin em seu livro "A Expressão das Emoções no Homem e nos Animais", de 1872, “Estamos tão habituados ao beijo como um sinal de afeto, que o poderíamos considerar como inato para a humanidade. No entanto, não é o caso”. Incrível, né?
O beijo tá liberado na maior parte do mundo. Todos amam. Todos querem. Todos praticam. Mas, onde e como os beijos são aplicados é uma questão social e comportamental.
Seja como for, hoje é dia de beijar mmuuuuuiiiiiitooooooo! Então...
Cai de boca e
FELIZ DIA DO BEIJO!
Beijos mil! :-)
Criss
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